Pesquisar este blog
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Igreja evangélica reúne 1400 crianças no deserto para culto de oração
Uma igreja evangélica organizou nesse mês de julho o festival OneThing Kids/2013 (Uma coisa de Criança), um evento que reuniu cerca de 1400 crianças no deserto do Egito, em um culto destinado a orar pela atual situação do país, que passa por uma série de conflitos internos.
Classificado por muitas pessoas como “como um sinal de esperança para o futuro do Egito”, o evento contou com a participação de crianças acima de oito anos, que direcionaram louvores, exaltação e oração a Deus em favor de mudança da situação pela qual atualmente passa o povo em geral e, principalmente, os cristãos no Egito, segundo o site Mundo Cristiano, da CBN.
O festival foi transmitido ao vivo pelo ministério cristão Sat-7 e seus vários canais SAT-7 Kids e SA-T, de língua árabe.
- Nossa visão é que se esta geração orar e adorar a Deus, e serem cheio do Espírito Santo, serão capazes de mudar o mundo – afirmaram os representantes da Igreja Evangélica Kasr El Doubara (KDEC), organizadora do evento.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Lei que apoia a realização de eventos evangélicos causa revolta entre artistas em Manaus
Em Manaus (AM), uma proposta do vereador Carlos Alberto (PTB), que
pede a inclusão de eventos culturais evangélicos no calendário municipal
e o repasse de recursos da Fundação Municipal de Artes e Cultura
(Manauscult) para a realização dos mesmos, causou polêmica e motivou
críticas por parte de artistas locais.
De acordo com o G1, a emenda à lei aprovada na Câmara Municipal de Manaus (CMM) foi sancionada pelo prefeito Artur Neto (PSDB) na edição de dia 17 de julho do Diário Oficial do Município. O vereador afirma, no documento, que “o objetivo da lei é proporcionar à grande nação evangélica de Manaus a possibilidade de desenvolver eventos culturais na cidade”.
Afirmando se tratar de um desrespeito ao Estado Laico, artistas de Manaus se reuniram contra a lei, afirmando se tratar de uma medida que favorece um segmento religioso em detrimento de outros.
- O vereador pontua a religiosidade, mas a proposta dele está pautada apenas na religião evangélica – afirma a cineasta Keila Serruya.
- Vamos nos reunir para afinar o discurso e decidir o direcionamento que iremos tomar. É importante dizer que a Manauscult provavelmente já tinha conhecimento disso e não informou ninguém. Descobrimos por conta própria – completa.
O cineasta Zeudi Souza também se colocou contra a proposta do vereador. De acordo com Souza, a emenda A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) representa uma ameaça aos “princípios morais e éticos dos artistas que nunca tiveram privilégios por serem evangélicos, afros, umbandistas etc”.
- Conhecemos bem a história e a intromissão dos evangélicos nas instituições culturais. Há uma dificuldade de esse vereador entender o que é cultura, arte e religião – afirma o cineasta, que ainda critica o vereador afirmando que “ele é eleito para representar o povo, que são todos aqueles que vivem na cidade e não um nicho religioso que o colocou no poder”.
- Se eu quiser fazer um longa com R$ 1 milhão, terei que passar por um edital. Se os evangélicos quiserem um festival de música com o mesmo valor, irão receber a verba direta – exemplificou o cineasta – que classificou a lei como “horrenda”.
O diretor teatral Douglas Rodrigues, que integra o Conselho Municipal de Cultura, afirma que a lei “vai contra toda a produção e a cadeia produtiva de cultura”. Segundo ele a proposta “retira direitos do segmento que está lutando por melhores condições de trabalho”, segundo o G1.
A Manauscult respondeu à polêmica afirmando que responderá a quaisquer questionamentos a respeito da Lei. O vereador Carlos Alberto defendeu a proposta durante discurso na Câmara Municipal na última semana.
- Apresentei a emenda com o propósito de ajudar e contribuir com a grande nação evangélica. Me orgulho de poder ajudar essa grande nação, que foi capaz de colocar nas ruas, na ‘Marcha para Jesus’, praticamente 1 milhão de pessoas. E por que não fazer uma emenda para beneficiar eventos que atraem milhares de pessoas, que pregam a palavra de Deus, que cura, liberta e abençoa. A minha emenda veio com o propósito de beneficiar e não prejudicar. A proposta é justa, não tem nada de errado e por isso foi aprovada, está dentro da lei, do direito que temos de assim fazer e executar – defende o vereador.
De acordo com o G1, a emenda à lei aprovada na Câmara Municipal de Manaus (CMM) foi sancionada pelo prefeito Artur Neto (PSDB) na edição de dia 17 de julho do Diário Oficial do Município. O vereador afirma, no documento, que “o objetivo da lei é proporcionar à grande nação evangélica de Manaus a possibilidade de desenvolver eventos culturais na cidade”.
Afirmando se tratar de um desrespeito ao Estado Laico, artistas de Manaus se reuniram contra a lei, afirmando se tratar de uma medida que favorece um segmento religioso em detrimento de outros.
- O vereador pontua a religiosidade, mas a proposta dele está pautada apenas na religião evangélica – afirma a cineasta Keila Serruya.
- Vamos nos reunir para afinar o discurso e decidir o direcionamento que iremos tomar. É importante dizer que a Manauscult provavelmente já tinha conhecimento disso e não informou ninguém. Descobrimos por conta própria – completa.
O cineasta Zeudi Souza também se colocou contra a proposta do vereador. De acordo com Souza, a emenda A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) representa uma ameaça aos “princípios morais e éticos dos artistas que nunca tiveram privilégios por serem evangélicos, afros, umbandistas etc”.
- Conhecemos bem a história e a intromissão dos evangélicos nas instituições culturais. Há uma dificuldade de esse vereador entender o que é cultura, arte e religião – afirma o cineasta, que ainda critica o vereador afirmando que “ele é eleito para representar o povo, que são todos aqueles que vivem na cidade e não um nicho religioso que o colocou no poder”.
- Se eu quiser fazer um longa com R$ 1 milhão, terei que passar por um edital. Se os evangélicos quiserem um festival de música com o mesmo valor, irão receber a verba direta – exemplificou o cineasta – que classificou a lei como “horrenda”.
O diretor teatral Douglas Rodrigues, que integra o Conselho Municipal de Cultura, afirma que a lei “vai contra toda a produção e a cadeia produtiva de cultura”. Segundo ele a proposta “retira direitos do segmento que está lutando por melhores condições de trabalho”, segundo o G1.
A Manauscult respondeu à polêmica afirmando que responderá a quaisquer questionamentos a respeito da Lei. O vereador Carlos Alberto defendeu a proposta durante discurso na Câmara Municipal na última semana.
- Apresentei a emenda com o propósito de ajudar e contribuir com a grande nação evangélica. Me orgulho de poder ajudar essa grande nação, que foi capaz de colocar nas ruas, na ‘Marcha para Jesus’, praticamente 1 milhão de pessoas. E por que não fazer uma emenda para beneficiar eventos que atraem milhares de pessoas, que pregam a palavra de Deus, que cura, liberta e abençoa. A minha emenda veio com o propósito de beneficiar e não prejudicar. A proposta é justa, não tem nada de errado e por isso foi aprovada, está dentro da lei, do direito que temos de assim fazer e executar – defende o vereador.
As tempestades
Quando as tempestades da vida
Surgem escuras à minha frente,
Me recordo de maravilhosas palavras que uma vez eu li.
E digo a mim mesmo:
Quando pairarem nuvens ameaçadoras,
Não dobre suas asas
E não fuja para o abrigo.
Mas, faça como a águia,
Abra largamente as suas asas
E decole para bem alto,
Acima dos problemas que a vida traz.
Pois a águia sabe
Que quanto mais alto voar,
Mais tranquilos e mais brilhantes
Tornam-se os céus.
E não há nada na vida
Que Deus nos peça para carregar
Que nós não possamos levar planando
Com as asas da oração.
E ao olhar para trás
Verá que a tempestade passou,
Você encontrará novas forças
E ganhará coragem também.
sábado, 27 de julho de 2013
Programa Marco Feliciano
Publicado em 26/07/2013
Programa Marco Feliciano | PGM 039
-
Licença
Licença padrão do YouTube
sexta-feira, 26 de julho de 2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
Sarah Sheeva prepara lançamento de grife para mulheres evangélicas
A pastora Sarah Sheeva está preparando o lançamento de uma grife voltada para mulheres. A proposta não deve ser exclusiva para evangélicas, mas os modelos das roupas estarão cumprindo os preceitos da religião que pede para as fiéis não usarem decotes e nem roupas agarradas ao corpo.
De acordo com a colunista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, Sarah estará assinando as peças com o objetivo de resgatar o romantismo nas vestes femininas.
Fazendo uma ligação com um de seus trabalhos como pastora, a filha de Baby do Brasil afirma que as roupas de sua grife são “para mulheres que querem se vestir como princesas e não como cachorras”.
Quem passou pela Feira Internacional Cristã (FIC), que aconteceu em São Paulo, pode ver Sarah Sheeva pessoalmente e admirar o figurino ousado, porém moderado, que ela costuma usar. Dizendo ser chamativa, a pastora ousa mesmo é nas cores, mas sempre com saia em comprimentos longos e blusas sem decote.
Ao contrário do que muitos acreditam, o foco do ministério da pastora não é apenas as mulheres, mas toda a família. Um de seus trabalhos mais antigos é o congresso de santificação e dentro dessa temática ela aborda, em um dos dois dias de evento, a questão dos relacionamentos e sexualidade.
O Culto das Princesas, que já virou notícia nos principais veículos de comunicação do país, é a sequência desses congressos, mas abordando apenas o universo feminino, buscando resgatar valores perdidos.
Sarah Sheeva já escreveu dois livros, o primeiro é “Defraudação Emocional” e o segundo voltado para pais que é o “Onde foi que eu errei?”. O próximo livro a ser lançado será um manual de “princesices” com as dicas que Sarah ministra durante os cultos.
Macedo revela que PC Farias pediu propina para concessão da Record
Em agosto deste ano o bispo Edir Macedo estará lançando o segundo volume da sua biografia falando sobre a compra da Rede Record e outras situações que vivenciou.
De acordo com o jornalista Lauro Jardim,
da coluna Radar On Line, o fundador da Igreja Universal do Reino de
Deus vai contar que na década de 1990 ele foi procurado por PC Farias,
ex-tesoureiro de Fernando Collor, que pediu propina para autorizar a
compra da Rede Record.
No livro, Macedo afirma que não aceitou a chantagem política. “É claro que não demos nenhum centavo”.
A biografia de Edir Macedo será contada em três livros, o primeiro, “Nada a Perder”, se tornou um best seller tendo mais de 1,5 milhão de cópias vendidas em vários países do mundo.
Douglas Tavolaro, diretor de jornalismo da emissora e autor dos livros, vai contar neste segundo volume como aconteceu a compra da Rede Record. “Ele (Macedo) revela bastidores de encontros com presidentes do Brasil e das conversas com Silvio Santos, com quem tratou diretamente a compra da Record”, disse ele no início deste ano.
O livro deve seguir a linha de sucesso do primeiro e já chegará às lojas com uma primeira edição de 200.000 exemplares distribuídos pela Editora Planeta
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Escândalo: Depois de receber R$42 mil, Thalles Roberto não vai a show e ...
O cantor Thalles Roberto se tornou alvo de nova polêmica devido ao cancelamento de uma apresentação que seria realizada na cidade de União dos Palmares, em Alagoas.
Na última quinta-feira, 18 de julho, o cantor se recusou a subir ao palco de um evento devido ao não cumprimento de cláusulas do contrato acertado entre as partes. De acordo com o site Holofote, o cantor teria recebido R$ 42 mil de adiantamento, de um total de R$ 65 mil reais, além dos R$ 15 mil necessários para o deslocamento da equipe de produção do cantor.
Uma chuva torrencial atingia a cidade no horário do evento, e antes dos organizadores anunciarem o cancelamento do show, foi dito ao público que alguns problemas técnicos estavam sendo resolvidos para que o cantor pudesse se apresentar.
Pouco tempo depois, perante a impaciência do público, um dos responsáveis pelo evento anunciou que a apresentação de Thalles havia sido cancelada. Identificado como pastor Ivonélio Abraão, o homem afirmou que do total de R$ 80 mil (R$ 65 mil de cachê e R$ 15 mil de transporte), R$ 42 mil haviam sido adiantados para o cantor.
Outro ponto ressaltado por Abraão foi que devido às chuvas, o público que compareceu ao evento ficou abaixo do esperado. A expectativa era que até 20 mil pessoas comparecessem, mas teriam ido ao local em torno de 500 pessoas.
Após revelar esses detalhes ao público, o pastor fez uma oração e parte dos admiradores do cantor passaram a chamá-lo de mercenário. Algumas das pessoas que haviam comprado ingressos para a apresentação de Thalles Roberto, se dirigiram para o hotel onde ele estava hospedado e protestaram em frente ao local.
Assista a um vídeo das explicações do pastor Abraão:
Após a definição de que o show não aconteceria, Thalles publicou em suas redes sociais que daria explicações sobre o cancelamento: “Não pudemos realizar o show em União dos Palmares. Toda equipe e banda na cidade e eu também! Amanhã nota…”.

Conforme prometido, o cantor divulgou uma nota oficial explicando os motivos de sua recusa em se apresentar na cidade de União dos Palmares. No texto, o cantor explica que “por descumprimento de cláusulas contratuais por parte do contratante” o evento não pôde ser realizado.
Thalles ainda menciona que “mesmo diante de todas as irregularidades contratatuais” ele e sua equipe “viajaram para o local, acreditando que ainda seria possível remediar a situação”, mas diante da impossibilidade, foi necessário optar pelo cancelamento.
Veja a íntegra da nota:
Na última quinta-feira, 18 de julho, o cantor se recusou a subir ao palco de um evento devido ao não cumprimento de cláusulas do contrato acertado entre as partes. De acordo com o site Holofote, o cantor teria recebido R$ 42 mil de adiantamento, de um total de R$ 65 mil reais, além dos R$ 15 mil necessários para o deslocamento da equipe de produção do cantor.
Uma chuva torrencial atingia a cidade no horário do evento, e antes dos organizadores anunciarem o cancelamento do show, foi dito ao público que alguns problemas técnicos estavam sendo resolvidos para que o cantor pudesse se apresentar.
Pouco tempo depois, perante a impaciência do público, um dos responsáveis pelo evento anunciou que a apresentação de Thalles havia sido cancelada. Identificado como pastor Ivonélio Abraão, o homem afirmou que do total de R$ 80 mil (R$ 65 mil de cachê e R$ 15 mil de transporte), R$ 42 mil haviam sido adiantados para o cantor.
Outro ponto ressaltado por Abraão foi que devido às chuvas, o público que compareceu ao evento ficou abaixo do esperado. A expectativa era que até 20 mil pessoas comparecessem, mas teriam ido ao local em torno de 500 pessoas.
Após revelar esses detalhes ao público, o pastor fez uma oração e parte dos admiradores do cantor passaram a chamá-lo de mercenário. Algumas das pessoas que haviam comprado ingressos para a apresentação de Thalles Roberto, se dirigiram para o hotel onde ele estava hospedado e protestaram em frente ao local.
Assista a um vídeo das explicações do pastor Abraão:
O outro lado
Nas redes sociais, antes do anúncio do cancelamento da apresentação, o cantor havia publicado uma mensagem dizendo que já estava em União dos Palmares, e que apesar da chuva, o show seria realizado: “Acabo de chegar em União dos Palmares, a chuva cai sem dó! É água d+ igreja! Mais a pressão vai rolar, nem que seja nadando!”.Após a definição de que o show não aconteceria, Thalles publicou em suas redes sociais que daria explicações sobre o cancelamento: “Não pudemos realizar o show em União dos Palmares. Toda equipe e banda na cidade e eu também! Amanhã nota…”.
Conforme prometido, o cantor divulgou uma nota oficial explicando os motivos de sua recusa em se apresentar na cidade de União dos Palmares. No texto, o cantor explica que “por descumprimento de cláusulas contratuais por parte do contratante” o evento não pôde ser realizado.
Thalles ainda menciona que “mesmo diante de todas as irregularidades contratatuais” ele e sua equipe “viajaram para o local, acreditando que ainda seria possível remediar a situação”, mas diante da impossibilidade, foi necessário optar pelo cancelamento.
Veja a íntegra da nota:
É com profundo pesar que viemos a público dar mais informações acerca do cancelamento da apresentação do cantor Thalles Roberto, que deveria ter sido realizada ontem, dia 18/7, em UNIÃO DOS PALMARES (AL). O evento contratado pelo Sr. Ivonélio Abrãao não foi realizado por descumprimento de cláusulas contratuais por parte do contratante .
Salientamos que, mesmo diante de todas as irregularidades contratatuais que já vinham sendo observadas pela produção do cantor – havia algumas semanas – Thalles e sua equipe viajaram para o local, acreditando que ainda seria possível remediar a situação. No entanto, ao chegarem na cidade, a produção se deparou com um cenário de dívidas e cobranças impossível de ser resolvido. Já passava das 22h, quando fornecedores e empresas prestadoras de serviços de áudio, iluminação, segurança e hotel ainda reclamavam por falta de pagamento. Nem mesmo o transporte entre União dos Palmares (AL) e Maceió (AL) havia sido pago e de última hora precisou ser bancado pela produção de Thalles Roberto.
Pedimos desculpas pelo ocorrido e solicitamos a todos que adquiriram ingressos, que procurem os locais de venda a fim de obterem mais informações acerca da devolução do dinheiro.
O artista e sua produção lamentam profundamente o cancelamento do show e esperam em breve poder retornar a cidade.
Raquel Sherazade comenta sobre a Jornada Mundial da Juventude 17/07/2013
A jornalista Rachel Sheherazade afirmou durante um de seus editoriais no Jornal do SBT que sem Deus, não existiriam católicos, protestantes ou ateus. O comentário era uma crítica ao protesto chamado de “desbatismo coletivo” que está sendo promovido em repúdio à visita do papa Francisco ao Brasil durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ).
Organizado por Daniel Sottomaior, presidente da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (ATEA), o “desbatismo coletivo” alega protestar contra o uso de dinheiro público para custear a visita do pontífice católico, e também contra o uso de símbolos cristãos em prédios públicos e ensino religioso nas escolas, de acordo com informações do jornal O Globo.
A jornalista, conhecida por suas opiniões contundentes, afirmou que os ativistas ateus se esquecem que a intolerância religiosa é crime no Brasil.
“Aqui no Brasil, um pequeno grupo de ateus fundamentalistas prepara uma surpresa para o papa. Prometem fazer o ‘desbatismo coletivo’ contra aquilo que chama de imposição religiosa. Esquecem, esses ateus, que o cristianismo é uma escolha pessoal e racional, no exercício do livre arbítrio, onde até o batismo de crianças católicas, precisa ser confirmado na idade da razão. Mesmo assim, esses ateus pretendem fazer barulho e alertar contra “os males da fé”, afrontado o papa e milhões de fiéis em plena Jornada Mundial da Juventude. Esquecem eles, que a intolerância religiosa é inadmissível neste país, que garante a liberdade de crença”, discursou.
Finalizando seu comentário, Rachel lamenta a postura dos integrantes da ATEA em relação à fé: “Pobres ateus. Eles não sabem o que dizem. Inconformados e incomodados pela fé, protestando contra o que não acreditam, tentando em vão apartar o homem de Deus… Irônico é que sem Deus, não haveria nem católicos, nem judeus, nem islâmicos, nem agnósticos. Nem mesmo os ateus”.
Assista:
Assinar:
Comentários (Atom)